Já começou a 4.ª Edição do DNA Match

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Apesar do confinamento há projetos em Cascais que não podem parar e adaptam-se à realidade atual. A 4.ª edição do DNA Match, um programa de estágios profissionais no concelho, arrancou nesta segunda-feira, 15 de fevereiro, com 15 estagiários a iniciarem a sua colaboração com as empresas ou entidades onde foram colocados. No total, vão ser 37 os munícipes a iniciar este estágio profissional de seis meses mas, devido às medidas restritivas do confinamento, alguns só vão poder começar a trabalhar ao longo do próximo mês.

O DNA Match é um programa promovido pela DNA Cascais, em colaboração com a Câmara Municipal de Cascais, para fomentar a captação de talento, a criação de emprego e a  empregabilidade dos munícipes de Cascais. Através deste programa, empresas e entidades do concelho acolhem estagiários que, ao fim dos seis meses, podem fazer ‘match’ e ser contratados. Uma iniciativa que tem mudado a vida de muitos munícipes e que, neste momento, ganha ainda mais relevância face ao aumento do desemprego. Só em Cascais, há cerca de 7800 pessoas desempregadas, informou Carlos Carreiras, presidente da autarquia, no decorrer da sessão online para apresentação desta quarta edição.

“Cascais tem tido o benefício de aproveitar projetos que já vinham de trás para problemas que já vinham a surgir e que agora se acentuaram,” salientou Carlos Carreiras, acrescentando: “dentro de muitos exemplos que podia dar, o DNA Match é um destes casos.”

O autarca deixou ainda palavras de incentivo às empresas, entidades e participantes desta edição e a toda a equipa da DNA Cascais e Cidade das Profissões que tem vindo a adaptar estes programas à realidade atual. 

“Bom trabalho e muito trabalho para todos vós,” concluiu o presidente.

Além dos estágios profissionais, os participantes deste programa realizam também diversas formações para aquisição de novas competências ou acompanhamento do estágio. Sessões que, depois de vários anos em regime presencial, saltaram para o digital na última edição, tal como o arranque desta edição.

“Nestas últimas três edições, cerca de 90% dos participantes ficaram colocados após o estágio. Este não é um momento fácil para as empresas mas as pessoas são o principal capital das organizações, acrescentam valor e ajudam a ultrapassar os momentos mais difíceis,” concluiu Frederico Nunes, vereador da autarquia com o pelouro do Emprego, no encerramento da sessão. (FMC)


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